Mensagem do Pastor
MISTÉRIO DA CATEQUESE 1. Missão da Igreja, missão da comunidade. A Igreja, Povo de Deus, é enviada a todos os povos para anunciar o evangelho e fazer crescer o reino de Deus. “Ide e fareis que todas as nações se tornem meus discípulos, batizando-os em nome do pai, do filho e do espírito Santo e ensinando-as a observar tudo quanto Vos ordenei (MT. 28,19). A Igreja anuncia, em primeiro lugar, a palavra de Deus a seus próprios membros, a fim de formar a comunidade celestial. Toda a comunidade é catequizadora, isto quer dizer que é tarefa e missão da comunidade celestial cuidar de formação cristã dos seus membros. É a comunidade que dá origem ao processo catequético. É dentro da própria comunidade que esse processo se desenvolve. A comunidade é o lugar próprio de catequese. A meta do processo é a construção da comunidade, a formação dos seus membros como elementos responsáveis, verdadeiras testemunhas da fé. A comunidade anunciará a palavra de Deus além das suas fronteiras, penetrará no mundo mediante seus membros, anunciando, testemunhando e construindo o reino de Deus. 2. Diversos níveis do Ministério Catequético. Todos na Igreja, por força do batismo, são responsáveis pela catequese. Isso se dá em diversos níveis, conforme a própria Vocação dentro do corpo eclesial. Os bispos são os primeiros responsáveis pela catequese “Com e sob a guia do Papa” João Paulo II recomenda aos bispos que a preocupação de promover uma catequese ativa e eficaz não ceda nada frente a qualquer outra preocupação, seja ela qual for. Assim o papa sendo o responsável pela catequese no nível universal, o bispo no nível arquidiocesano ou diocesano. Os presbíteros são colaboradores imediatos dos bispos, e eles são responsáveis no nível paroquial, capelas e comunidades e devem envidar todos os esforços possíveis para o crescimento na fé das comunidades. Eles são os animadores de catequese, principalmente no que e refere à formação e acompanhamento dos catequistas. Os consagrados na vida religiosa qualquer que seja os próprios cvcvcv, são chamados a colocarem-se a serviço do evangelho, nas Igrejas locais, pois os fieis e as freiras são catequistas e devem consagrar o máximo de suas capacidades e das suas possibilidades À obra específica de catequese. Importância da família na catequese. Por numa vocação específica, decorrente da graça do matrimônio, os pais cristãos são catequistas, “os primeiros mestres da fé para os próprios filhos em casa; a Igreja doméstica”. Há na igreja alguns leigos, homens e mulheres, jovens e adultos que dedicam sua vida À educação de fé nas comunidades cristãs. Os catequistas da paróquia – os colaboradores por excelência do pároco na evangelização e enuncio da boa nova. Eles são portadores de uma vocação específica dentro da igreja. Na igreja está tendo uma discussão para que o catequista seja um serviço qualificado, que sugere-se o reconhecimento oficial por parte da hierarquia da igreja do “Ministério Instituído da Catequese” como temos do leitor, do acolitato. 3. Características da catequese renovada. - A formação dos catequistas é determinada também pela visão que se tem de catequese. É útil, pois relembrar algumas características mais importantes de uma catequese renovada. 1- Educação para a vivência na fé, superando o novo aspecto doutrinal. O catequista é mais que um professor que ensina doutrinas, o catequista é considerado pedagogo que acompanha o educando, orientando-o para as experiências da vida cristã. A catequese deve-se tornar iniciação a caminhada da fé e não mero ensino doutrinal. A vivência da fé em comunidade. O catequista é enviado pala comunidade de Fé e fala em seu nome “e não em nome próprio: o grande eu acho”. A eficácia da catequese é maior quando fala de realidade que de fato existem e são visíveis na vida da comunidade “O Evangelho pxvxvxv”. A comunhão e participação na vivencia de fé é característica fundamental da comunidade cristã. Processo permanente de educação da fé. A educação da fé dura a vida inteira. Ela não se destina só a crianças, adolescentes ou jovens, mas a todas as idades e de modo especial aos adultos. Catequese cristocêntrica: Toda catequese deve conduzir ao núcleo central do evangelho, à conversão, ao seguimento e a opção por Jesus Cristo que nos revela o pai, no Espírito Santo (dimensão trinitária). Ministério da palavra: Os catequistas são formados como servidores da palavra. Como profetas, proferem a palavra de Deus com todo seu dinamismo e eficácia na força do Espírito Santo, a Bíblia, como o livro da vida e da fé, é o texto fundamental da catequese. Coerência com a pedagogia de Deus. Deus se revela progressivamente através de palavras e de acontecimentos; é paciente e respeita a caminhada da comunidade. Principalmente se revela na vida do povo, com predileção pelos mais pobres, marginalizados e sofredores. O catequista precisa ser provido nessa pedagogia divina. Catequese transformadora e cnbcncbn Ilumina a vida do povo. Forma a consciência critica diante das estruturas injustas e lava a uma ação transformadora (cuidado para que a catequese não torne o palco político). Catequese inculturada. Confirma e impregna, com força do evangelho todas as realidades humanas que consiste em - assumir os valores da cultura popular ou de qualquer grupo social quando se trata de valores autenticamente humanos; - assume a linguagem, os símbolos e o jeito de ser e viver do povo nas suas diversas expressões culturais, isto não quer dizer reduzir a catequese a encontro de cultura. Interação fé e vida: Proporciona a constante interação entre a caminhada da comunidade e as formulações da fé. É a principal tarefa e arte do catequista e um constante desafio diante das situações concretas. A vivência da fé numa comunidade atuante e uma contínua formação darão ao catequista a capacidade de entender e praticar esse princípio. Catequese integrada nas outras pastorais. A dimensão catequética deve estar presente nas várias dimensões da ação pastoral da igreja. Fonte de Espiritualidade: celebrar, reger e cantar a vida e os acontecimentos na presença de Deus. A PESSOA DO CATEQUISTA Ser catequista é viver numa vocação característica dentro da igreja. É uma realização da vocação batismal. Pelo batismo, todo cristão torna-se participante da missão profética de Cristo: Proclama o Reino de Deus. Pela crisma, o catequista é enviado para assumir sua missão de dar testemunho da palavra com força a coragem. O núcleo central da um verdadeiro serviço catequético reside nesta tomada de consciência: ele sabe que é igreja e que atua em nome da igreja. O catequista é um enviado. Sua missão possui duplo sentido: 1.É enviado por Deus, constituído Ministro da Palavra pelo poder do Espírito Santo. 2.É enviado pela comunidade, pois é em seu nome que ele fala. Por isso ele, o catequista, deve ser bem integrado na comunidade para poder conhecer bem sua história e suas aspirações. Saber animar e coordenar a participação de todos. É importante que o catequista tenha o sentido profundo do envio, que é enviado e enviado por alguém e enviado está para transmitir a mensagem de quem o enviou. O catequista precisa ser uma pessoa de fé e que cada vez esta em bcbcb de profissão espiritualidade. A sua missão é mais eficaz pelo exemplo que pelas palavras. O CATEQUISTA O catequista é o chamado para um ministério específico na Igreja. Um mistério que tem o seu sentido na miss ão da Igreja e da comunidade. A Igreja, Povo de Deus, é enviada a todos os povos para anunciar o Evangelho e fazer crescer o Reino de Deus “Ide e fazei que todas as nações se tornem meus discípulos, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, e ensinando-as a observar tudo quanto vos ordenei” (MT 28, 19). Toda a comunidade é catequizadora, portanto é a tarefa e missão da comunidade eclesial cuidar da formação cristã dos seus membros. É a comunidade que dá origem ao processo catequético e também é dentro da própria comunidade que o processo catequético se desenvolve. O primeiro catequista é o bispo da diocese e este delega como o primeiro catequese paroquial o pároco. Este por sua vez estende esta tarefa a alguns dentro da comunidade. Estes passam pelas formações necessárias para poderem ser instrumento ideal dessa missão. Como educador da fé. Veremos algumas dessas formações: 1. Formação pessoal e comunitária. Antes de ser cristão, precisa ser xccx um ser humano completo. O catequista deve procurar desenvolver a sua personalidade. A sua astúcia como animal racional; ser humano dotado de faculdades físicas, racionais e espirituais. Deve ser alguém com um equilíbrio xcxcx e afetivo. Deve ser capaz de reconhecer a sua xcxcxc e xcxcxc. Saber utilizar suas qualidades e deixe que a sua limitação atrapalhasse a convivência com a colega catequizador. Também o catequista deve trabalhar para que a sua família não se misturasse com a vida de catequese. A catequese sare capaz de superar todo esse problema. Se for capaz de trabalhar bem a sua formação humana. (algum fato familiar pode ser um desânimo nesse trabalho). O catequista deve aprofundar a razão e motivação que se dedica ao trabalho. Esta motivação ou primeira experiência pode ser até boba e vaga mas deve-se aprofundar pode ser que o catequista foi motivado pelo conselho de alguém, necessidade de preencher vaga, desejo de acompanhar os próprios filhos, entusiasmo por essa missão transmitida por alguém, etc. mas estes motivos deve-se aprofundar para razões mais sublimes como aprofundar, viver e anunciar o evangelho numa dimensão comunitária, tomar consciência da própria missão batismal e crismal, ser membro responsável de comunidade cristã através do serviço e do uso dos seus dons, engajar-se nas lutas pelas legitimas aspirações do povo (não esquecermos vxvxvxv) 2. Formação da Espiritualidade (um filtro um só tiver água se não colocasse água seguramente vai secar o filtro; assim cxcxxc) A Vida Espiritual é como combustível de toda a vida ativa. Portanto o catequista deve possuir uma intensa Vida Sacramental e Espiritual, o hábito de Oração, o sentido próprio da Excelência da Mensagem Cristã, a atitude de caridade, humildade e prudência. Ninguém pode dar o que não tem. Para que o catequista não se torne um mero formador formal qual a qualquer outra formação escolar/profissional requer uma dimensão profunda da fé, isto é possível através de uma vida espiritual profunda. (Uma espiritualidade que não seja um a nova .x.x.x.) O catequista é um educador de fé. Este educador deve-se prover na escola do mestre. Por isso é necessário que viva em profunda comunhão com ele. Desenvolve-se em santuário com as inspirações do Espírito Santo, Mestre Interior, catequista deve deixar-se guiar pelo Espírito Santo para poder transmitir a mensagem evangélica com alegria, com entusiasmo e coragem, a espiritualidade de catequista não é diferente de sua vida concreta. Por isso a autenticidade de sua espiritualidade se manifesta na medida em que esta integra com a sua vida concreta. E este cultivo deve ser permanente, com uma paixão que cada vez procura se alimentar para vencer as barreiras. A sua espiritualidade é o que deve animar toda a sua ação administrativa a catequese, seja pedagogicamente e metodologicamente. O contrário seria fatal tanto para a vida ativa de catequistas e dos catequizandos. A espiritualidade do catequista deve ser bíblica, Cristocêntrica e Eclesial, maneira escarnadas. Ligada à realidade do povo e liturgia. Com estes princípios o catequista deve procurar mais evolução Ada sua espiritualidade que: O seu relacionamento com o Pai seja pessoal e profundo. A sua adesão no segmento de Cristo seja o mais sincero que é pelo interesse pelo Reino de Deus Seja dócil a ação do Espírito Santo. Testemunhe Jesus Cristo em comunhão com a Igreja, a comunidade que evangeliza. Desenvolva um amor filiai a Maria mãe e modelo do catequista. A sua vivencia do mistério cristão e da missão catequizadora seja dentro de grupo de catequistas. Escute com fé e fidelidade a palavra de Deus presente na Bíblia, no Magistério da Igreja anos sinais dos tempos/acontecimentos. Se entregue nos aspectos celebratórios de liturgia e da cxmxmxmx A sua vida sacramental, de oração e contemplação seja encarnada na vida do povo. Possua o sentido de serviço para com todos e uma espiritualidade do trabalho e da ação. Tenha um amor para os pequeninos. Por fim, que tenha uma alegria de ser evangelizador (não se torna um Santo triste). Formação Bíblica. A bíblia é o texto por excelência da catequese e o catequizador é anunciador desta palavra. A catequese deve ser maior profundamente pela dimensão bíblica. Trata-se de uma abordagem bíblica, não da dimensão evangélcxcx mas pastoral catequética. Portanto o catequista deve procurar: Que a catequese vxvxvx com a palavra de Deus as situações humanas e os acontecimentos da Vida para nelas xvxvx descobrir a presença ou ausência de Deus. Frases xvxv vxvxvxv de Bíblia em comunidade. Ler a Bíblia conforme a fé de Igreja. Ela é vida dentro da tradição viva da Igreja e deve ser acolhida em espírito de fé, de oração, de experiência de vida. Vxvxv os resultados da ciência bíblica aprofundando o sentido dos textos e não instrumentalizar a Bíblia com a leitura novelista, fundamentalistas ou opressores. Pois é de um dever de catequista um estudo bíblico que aprofunde a relação entre a revelação e catequese a relação entre história humana e história de salvação. A leitura da teologia bíblica do Antigo e Novo Testamento. A formação do povo de Israel e dos livros bíblicos. Sempre ver a xbxnbx de Jesus Cristo no plano da salvação e na mensagem bíblica. O profetismo com chave de leitura bíblica. A ligação da Bíblia com os problemas atuais. O catequista deve utilizar o instrumento de estudo da Bíblia com dicionário bíblico, concordâncias, etc. Formação Teologia-Doutrinal Esta formação formará ao catequista os conhecimentos indispensáveis para uma fé adulta e amadurecida. Torná-lo-á capaz de transmitir as verdades doutrinais de modo acessível. Trata-se de uma doutrina carregada de vida, de mensagem (mxxm ) algo que não é momento intelectual mas de realidade do povo. A formação teológico-doutrinal tem como centro o mistério de Cristo: visando os seguintes aspectos: 1 – aspecto comunitário 2 – aspecto histórico 3 – aspecto sacramental escatológico 4 – aspecto ecumênico e 5 – aspecto cultural. I - É aspecto Comunitário= necessidade de viver a fé não egoísta e isoladamente, mas no amor fraterno e em comunidade. II – Aspecto Histórico= a força evangelizadora do Evangelho com relação Às realidades deste mundo. III – Aspecto Sacramental Escatológico = é a vivência atual da comunidade de fé. Este que deve ser um sinal do Reino definitivo que se manifestará no fraterno escatológico gerado, Deus por tudo em todos. IV – Aspecto Ecumênico= mxmxmx V – Aspecto cultural= atenção ao diálogo com as culturas e a forma como o evangelho foi se encarnando através dos séculos (a inculturação deve ser valorizada; sem cair em sincretismo religioso). Meditação aprofundada do Credo Niceno corretatino politano será Complimentos = Diretório Catequista Geral ( Nov 47 – 69) A liturgia como celebração de fé é a cume, forte e memorial da presença de Deus em meio ao seu povo. Ela é um ponto alto de educação da fé e da formação dos educadores de fé. A liturgia deve se tornar catequese e a catequese deve conduzir a liturgia. A Eucaristia é cume da liturgia por isso que o catequista participa da celebração da Eucaristia como ato central de sua vida, dá graças ao Pai, lembrar o projeto da salvação realizado pelo filho, comunga de corpo e sangue de Cristo, recebe o Espírito que o renova e o torna capaz de seguir em frente na Missão evangelizadora. A eucaristia é a presença de Cristo e a força de união que verifica a comunidade. Deve ser celebrada com grande Espírito de fervor e que se torna vivo em nós. Através de uma celebração viva de Eucaristia o catequista educa-se na fé e torna-se como animador de comunidade. É necessário que se preste atenção à linguagem dos sinais, símbolos, gestos, expressões tanto verbais e não verbais. Que a Eucaristia seja celebrada em todas as Igrejas domésticas, os lares, com uma escuta da Palavra de Deus. Isto conseqüentemente levará a um compromisso com a comunidade cristã e com o Reino de Deus. Na vida comunitária os sacramentos são pontos altos que merecem ser devidamente preparados e celebrados. Elementos importantes na formação litúrgica do catequista 1. Visão renovada da liturgia e da pastoral litúrgica. 2. O sentido católico da liturgia como a ação celebrativa que glorifica a Deus e santifica os homens. 3. A participação de todos os batizados, povo Sacerdotal na ação litúrgica. 4. A presença de vida na celebração e de celebração de vida. 5. A liturgia como vigia privilegiada de crescimento na fé, e, portanto, de catequese. 6. A iniciação à liturgia como objetivo e tarefa de catequese. 7. O verbo e o uso dos sinais, símbolos e gestos na liturgia: a criatividade. 8. A composição de celebrações para as diversas ocasiões. 9. Atenta escolha de texto e cantos, educação ao silencia, à escuta, à simplicidade e ao mesmo tempo à nobreza a ao decoro de gestos e objetos de uso litúrgicos. 10. Educação ao sentido e dinamismo próprio de cada celebração e de cada tempo litúrgico, como também atenção às suas exigências de intensidade, de saberes externos e de expressão mxmxmxm. 11. Religiosidade popular e utopia. 12. Comunicação e liturgia. 13. Formação de catequista como presidente de cultos dominicais sem padre, liturgia doméstica. 14. Formação para a preparação das várias snsnsns dentro de uma celebração: animador, leitor, xmxmxm, comentarista, xcxcx, membro de cxcxc de da palavra. Formação Psicossocial - A catequese tem que ser fiel a Deus a Igreja e também ao próprio homem. - A dimensão antropológica da catequese requer do catequizador um conhecimento maior dos destinatários através das ciências humanas: psicologia, pedagogia, ciências sociais. O homem não pode ser entendido somente na sua individualidade, mas principalmente dentro do feixe de relação em que está mergulhado. Deve-se compreender a situação do homem de hoje. - Por isso é importante que o catequista em primeiro lugar se insira na comunhão de comunidade eclesial e a consciência crítica da realidade sócio-econômico-político-cultural e ideológica, para aprender a ler nelas os sinais de Deus. O catequista deve ajudar a comunidade a interpretar criticamente os acontecimentos proporcionados, mas a reflexão e explicitação de fé. Dessa dimensão psicossocial na formação dos catequistas ressalta-se: 1. Elementos da psicologia motivações, condicionamentos, dados, aprendizagem. Maturidade humana,religioso / social. 2. Elementos da pedagogia geral e catequética em particular. 3. Elementos da antropologia cultural: valores de nossa cultura e sua transformação, a religiosidade e suas recompensas. 4. Diferentes concepções sobre a pessoa humana. Análise das pessoas. 5. Criticas as filosofias e cosmovisões alienantes e etiológicas. 6. Compreensão da realidade, das conjunturas e estruturas. 7. Formação da consciência crítica (base de formação profunda). 8. Visão pastoral da realidade latino-americana, especialmente a brasileira. FORMAÇÃO ÉTICO-MORAL Para o cristão, a essência da moral é o bxbx de Jesus transformado em nova xnxnx pela ação da graça. O cristão propõe-se a seguir a Cristo a na Igreja, aprende cada vez melhor a pensar como ele, a julgar como eles, a agir em conformidade com seus mandamentos e a esperar como ele nos exorta a esperar. São as atitudes das benaventuranças meta da moralidade cristã para a qual a catequese deve educar. Maternidade da fé comporta maturação moral. Supera a atitude de cumprimento d eleis e normas para atingir a maturidade de quem age por adesão interior aos valores, com a espontaneidade de xmxmx, Deus não quer obediência material e puramente exterior do homem, mas obediência filial, inspirada no amor. Deus quer o coração do homem, sua xcxcx. A catequese deve ministrar boa formação para a vida moral assumida com segmento de Jesus Cristo aventurando-se a vivencia das bem-aventuranças. A moral não é puramente individual, mas também comunitária e social. Por isso que a catequese deve suscitar em nós a dimensão do cristão como construtor de história. Ser cristão na comunidade eclesial; na família, no trabalho, na política, em face da pobreza, na promoção da justiça, de dignidade humana, do desenvolvimento integral, e de paz. A vivência moral requer um constante processo de conversão, é revestir-se do “homem novo”. Elementos importantes para a formação moral dos catequistas. 1. O conceito de opção fundamental como base de agir moral (mxmxmxm) 2. O valor de consciência e sua formação nas diversas fases da vida. 3. Os dinamismos humanos na formação moral (extzvzvz cxcxxcc) 4. O dinamismo da graça e em particular do sacramento e da vida litúrgica para a vida cristã. 5. As bem-aventuranças como atitudes principais dos seguidores de Jesus. 6. Visão renovada e libertadora do decálogo, completando com o único mandamento do amor a Deus ao próximo. 7. Percepção do especifico da moralidade Cristã. O Serviço-Caridade para com os outros, principalmente através de evangélica opção preferencial pelos pobres. 8. As exigências éticas no mundo sócio-politico-cultural (of you conut ,x,mxx,m) 9. A concepção do pecado, como atitude de ruptura com o projeto libertador de Deus (não fazem luz à mensagem evangélica) 10. O pecado como uma escravidão e destruição. Rm. 11 5,7 e o anuncio libertador de Cristo sobre todo pecado Rm. 11. 12. O sentido da lei como um pedagogo que conduz a Cristo, ela é o meio e não fim. A meta permanece Cristo. - Educação efetivo-sexual dos catequizandos: (Um relacionamento afetivo saudável leva a uma vivencia sexual saudável). Freud. - A necessidade para a educação moral, de modelos concretos, a começar pela própria pessoa do catequista: para que vejam as suas obras e glorificamos seu Pai que está nos céus. Formação Metodológica - Catequista = bom comunicador - Jesus nos revela a metodologia fundamental de toda evangelização: A encarnação: É assumir as alegrias e as dores dos destinatários, entregar-se na comunidade e conhecer sua história, mergulhar na realidade é primeiro passo metodológico no itinerário catequético. - A formação que desenvolve tanto a didática e técnica como a vivência pessoal e comunitária da fé. - Precisa de estudo e a prática: uso dos meios de comunicação. - Compreensão e aplicação da linguagem. - Dinâmicas. Avaliação MT. 16, 13-20 Não se trata de avaliação escolar, mas Jesus avaliava os seus discípulos. A finalidade da avaliação não é selecionar, rejeitar ou aprovar pessoas, mas de auxilio crítico, concreto, para que se alcance com autenticidade os objetivos sinceros do catequista, do catequizando, da comunidade, da Igreja. O que avaliar O tudo: o método, as relações interpessoais, a seleção de conteúdos a comunicação no encontro e na comunidade, o comprometimento, etc. Quando avaliar Em decorrer de toda comunhão da catequese. Como avaliar: Através de entrevistas, trabalhos; seja grupal ou pessoal, debates, etc. Claro que estes fatos só veio ajudar na forma externa. Mas no fórum interno; como crescimento de fé, as convicções profundas; a conversão autentica ao Evangelho etc. as avaliações desses grandes objetivos terá de ser feito com humildade e consciência dos nossos xcxcx humanas, através da convivência, da observação e da auto-compreensão. Que avaliar: Tanto o catequista e catequizandos. É necessário que seja feito por grupo de catequistas, envolvendo o pároco, as famílias. Um diálogo verdadeiro, uma auto-avaliação concreta. A mesma avaliação é aplicável junto ao catequizando e catequistas. ***************************************************************************************** Queridos irmãos em Cristo, convido vocês para iniciarmos depois da páscoa do Senhor, mesmo que ainda que estamos no tempo pascal, uma reflexão de Jesus esperança do novo milênio. Na nossa vida encontramos muito desafios e questionamentos. muitas vezes procurando respostas no mundo e não encontramos, mas Nele, em Jesus Cristo, encontramos a resposta, pois é Ele que morreu para nos salvar. CRISTO, ESPERANÇA PARA O NOVO MILÊNIO Temos ainda esperança? Na rua sempre se encontra uma pessoa depressiva em respeito ao nosso tempo e nenhum dia passa sem que pelo menos um jornal tenha como manchete um artigo ruim e desanimador. Há muita guerra e violência, assassinatos, desemprego, crimes, terrorismo e grandes conflitos étnicos. Percebe-se em todos os lugares uma certa angústia existencial. Será que há esperança? A humanidade quer reagir e lutar. Mas será que utilizamos sempre a arma correta? Algumas vezes nos tornamos frios, ocupados com outros negócios, cínicos ou até indiferentes. A solução verdadeira está em outro lugar. É a esperança. Mas o que realmente é a esperança? O Evangelho prega repetidamente que a Esperança é confiança. Existe um Bom Deus que deixou suas promessas. Ele enviou seu espírito como consolador. Uma mensagem destas deve soar como ingênua para muitos. Muitos dizem: O que dizem os cristãos quando falam da esperança? Os cristãos parecem acreditar nos contos e nas soluções miraculosas. Pode ser que o discurso cristão seja muito ingênuo, muito pacificante, coisa de outro mundo. Será que nós mesmos não estamos nos precipitando diante da ansiedade do nosso tempo? Não dizíamos muitas vezes: “tudo vai dar certo”. A imagem de uma verdadeira esperança cristã sofre desse idealismo superficial e pacificante. A esperança cristã sofre desde a estimulação até a ação e dinamismo: “faça a sua parte e Deus cuidará do resto”. Finalmente, também é incorreto uma afirmação como esta: “se você rezasse mais, você não estaria cheio de dúvidas e falta de coragem”. “É porque você é um cristão não comprometido que você tem problemas”. 1ª PARTE: PANORAMA O Panorama em que nossa vida cotidiana se encontra não é sempre agradável. Parece um tempo de verão quando o assunto é esperança e alegria. Sociedade depressiva? Existe um livro com o título “Não a uma sociedade depressiva”. O autor se pergunta “estamos vivendo um tempo que depois de uma “sociedade industrial” e de uma “sociedade de lazer” possivelmente estamos entrando em uma sociedade depressiva? Muitos reclamam que não estão sentindo-se vazios, exaustos e já se entregaram. Eles parecem ter perdido a sua vitalidade. Se sabe, há muito tempo, que a crise econômica não é a única razão desse problema. Muita coisa já aconteceu: mesmo que a economia esteja doente e a ordem mundial seja injusta, mas é a humanidade que está doente e já perdeu o seu rumo. “O tempo não está ruim”, diz Santo Agostinho, “Nós somos o tempo”. A Sociedade já perdeu a confiança em si: está voando como um astronauta dentro de uma máquina no espaço e ansioso por segurar qualquer coisa sólida que ele encontrasse. O impacto gravitacional do grande ideal religioso da Europa já desapareceu. Primeiro tentemos trocar estas idéias com outras idéias profanas: marxismo, liberalismo e capitalismo. Mas todos estes – ismos não são mais efetivos. O que agora resta é a pergunta que todos fazem: “como posso ser feliz?”. As pessoas estão à procura de uma âncora e sentidos, mas não há mais projetos grandes e universais, seja sociais ou religiosos.
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